1º DE MAIO, DIA DO TRABALHADOR!

Um Excelente Profissional, não é aquele que apenas tem um currÍculo exemplar, dotado de grandes qualificações técnicas. Um Excelente Profissional também precisa ter INTELIGÊNCIA EMOCIONAL.

Somos contratados por nossas qualidades técnicas, mas somos demitidos por nossos comportamentos inadequados ao ambiente de trabalho.

Ter Inteligência Emocional é saber gerir nossas ações e reações emocionais e saber interagir com as emoções de nossos colegas de trabalho; fazendo com que o ambiente seja mais produtivo, com um melhor trabalho em equipe e resultados satisfatórios.

Qualifique-se profissionalmente, mas equilibre-se emocionalmente; pois serão as suas emoções que te manterão no emprego!

FELIZ DIA DO TRABALHADOR!

GILSON SOUZA | Transformando Vidas

Palestrante Comportamental Especialista em Inteligência Emocional Mestre em Psicanálise Clínica e Saude Mental pela World Psychoanalysis Institute (Portugal)Pedagogo pela Universidade Estácio de Sá (Brasil) Neropsicanalista Especialista em Reabilitação Neuropsicológica pelo Centro de Estudos Avançados de Psicologia (Brasil) Analista Comportamental pela Global Coaching Community (Alemanha) Master Coach Trainer e Coach Educacional pela International Association of Coaching (EUA).

As competências Socioemocionais, colaboram para um melhor relacionamento interpessoal, que refere-se à interação entre pessoas e/ou grupos.

Cada meio social como escolas, comunidades ou núcleos familiares, apresentam suas próprias regras de comportamentos, que orientam a forma de interação de seus membros e – consequentemente – das crianças que chegam em nossas salas de aulas.

O problema é que cada criança traz consigo sua personalidade, crenças e culturas. Da mesma forma que ela é influenciada pelo seu meio social, ela também influencia aqueles com quem mais convive.

A sala de aula é um verdadeiro “point” de interação e integração de visões de mundo, onde aluno “Joãozinho” está constantemente ensinando e aprendendo com a aluna “Mariazinha”, que está ensinando e aprende com a aluna “Joaninha” e assim sucessivamente.

O Professor em sala de aula constantemente se depara com desafios, que muitas das vezes fogem de suas capacidades técnicas. É comum o Professor, além de se ater ao conteúdo didático, precisar se preocupar com o que os alunos estão sentindo; como eles vivem em seus âmbitos familiares; como eles melhor aprendem; o que os motivam; o que os frustram e como desenvolver suas competências socioemocionais.

Agora… como o Professor pode fazer tudo isso sem ser um Analista Comportamental; um Terapeuta; um Coach, Conselheiro, etc?

Vivemos uma época em que a problemática humana é tão complexa, que o profissional da educação precisa buscar outras formações e áreas do conhecimento, para propor soluções viáveis aos nossos alunos.

Trabalhar com as competências socioemocionais, em sala de aula, conforme determinação da BNCC de 2019 (Base Nacional Comum Curricular) é mais um exemplo, de mais uma competência, que o Educador precisa desenvolver.

Como trabalhar a Inteligência Socioemocional, sem saber e/ou também estando desequilibrado emocionalmente?

Mas, uma coisa é certa. O Educador que não buscar qualificações, para o seu próprio crescimento pessoal, ficará ultrapassado.

Seja um Professor do século 21 e cuidado para não se tornar um “Professauro”!

Até o próximo artigo e nos encontramos no Topo!

GILSON SOUZA | Transformando Vidas

Palestrante Comportamental Especialista em Inteligência Emocional Mestre em Psicanálise Clínica e Saude Mental pela World Psychoanalysis Institute (Portugal) Pedagogo pela Universidade Estácio de Sá (Brasil) Neropsicanalista Especialista em Reabilitação Neuropsicológica pelo Centro de Estudos Avançados de Psicologia (Brasil) Analista Comportamental pela Global Coaching Community (Alemanha) Master Coach Trainer e Coach Educacional pela International Association of Coaching (EUA).

VOCÊ SABE O QUE ESTÁ ACONTECENDO NA CABECINHA DO SEU FILHO?

VOCÊ SABE POR QUE SEU ALUNO TEM ATAQUES DE RAIVA?

A criança, até os 2 anos de idade, ainda não desenvolveu totalmente o LOBO FRONTAL do cérebro (depois falo sobre isso) e por isso ela tem baixo controle dos impulsos. Nessa idade, ela ainda não tem uma linguagem tão bem elaborada, para expressar seus sentimentos. Portanto, a forma dela comunicar suas necessidades é através dos ataques de raiva, da pirraça e/ou das famosas birras.


É importante os responsáveis trabalharem a inteligência emocional, desde a infância. É importante – mesmo que sejam bebês – conversarmos com eles, nomearmos a emoção que está em evidência e explicarmos os motivos causadores dela.

Tais condutas, quando adotadas desde o início da infância, gera rotina, hábitos saudáveis, maior desenvolvimento da comunicação e das competências socioemocionais.

É comprovado pela Neurociência e pela Programação Neurolinguística – PNL que os comportamentos são organizados através da linguagem.

Até o próximo artigo e nos encontramos no Topo!

GILSON SOUZA | Transformando Vidas

Palestrante Comportamental Especialista em Inteligência Emocional Mestre em Psicanálise Clínica e Saude Mental pela World Psychoanalysis Institute (Portugal)Pedagogo pela Universidade Estácio de Sá (Brasil) Neropsicanalista Especialista em Reabilitação Neuropsicológica pelo Centro de Estudos Avançados de Psicologia (Brasil) Analista Comportamental pela Global Coaching Community (Alemanha) Master Coach Trainer e Coach Educacional pela International Association of Coaching (EUA).

Depois de decidirmos os reais objetivos da educação e as metas para as quais todo ensino deve se direcionar, a questão fundamental a ser respondida é:

  • Com quais temperamentos precisamos trabalhar em sala de aula?

Dado um certo temperamento da criança, certos resultados definidos pelos educadores são possíveis; mas se o grupo é composto por diversas crianças (diversos temperamentos) os resultados necessariamente deverão ser diferentes. A qualidade da educação aumenta exponencialmente, quando levamos em consideração o temperamento inato da criança, que possui habilidades correspondentes a ele.

O desenvolvimento do intelecto, do caráter, do interesse, ou de qualquer outra característica; depende absolutamente da presença da capacidade de crescimento ou desenvolvimento. O que a criança herda, temperamento original, é o capital com a qual o educador precisa trabalhar.

Todo temperamento original está inato, instalado na mente como uma memória celular. O que uma criança herda não são ideais, sentimentos ou hábitos, como tal; mas sim um sistema nervoso cujo correlato é inteligência e emoção humana. Ainda que a relação existente entre a ação do sistema nervoso, da consciência ou intelecto é uma questão pouco discutida dentro das escolas. Uma coisa parece bastante certa; que o temperamento de uma criança está ligado, de alguma forma, ao tipo de temperamento que ela herdou de seus pais! O que uma criança tem como habilidades individuais, que a distingue das outras crianças, depende principalmente de sua herança familiar.

Quando tivermos conhecimento sobre os padrões comportamentais de nossos alunos, conseguiremos identificar os sinais que eles nos dão diariamente.

O trabalho do educador não pode se iniciar e se findar em sala de aula. O “campo de batalha educacional” precisa se estender além dos muros escolares. O educador precisa encontrar o equilíbrio entre conteúdo e comportamento. O educador precisa ver naquela criança, que lança desafios diários, mais do que um aluno problemático; mas sim um “herdeiro temperamental” que não pode ser culpado por uma herança. Ela está sendo o reflexo de seu TEMPERAMENTO que é uma combinação de características congênitas herdadas de seus pais e avós; coordenadas com base na nacionalidade, raça, sexo e outros fatores hereditários.

Nós, como educadores, podemos nos culpar por moldarmos o seu CARÁTER (seu verdadeiro “EU”), que é o fruto do temperamento influenciado pela disciplina, educação, cuidados e exemplos recebidos na infância e pelos comportamentos básicos, crenças, princípios e motivações.

Ser um Educador eficiente é buscar – diariamente – qualificações profissionais e pessoais que nos auxiliem em nossos fazeres educacionais.

Você educador, sabe o verdadeiro papel da Educação? Pois, podemos responder essa pergunta com um autoquestionamento:

  • Que sociedade eu quero construir para mim mesmo?

Até o próximo artigo e nos encontramos no Topo!

 

GILSON SOUZA | Transformando Vidas

– Palestrante Comportamental

– Mestre em Psicanálise Clínica e Saude Mental

– Especialista em Gestão de Pessoas e Inteligência Emocional

O hábito em sua forma mais simples é a tendência de fazer, pensar ou agir como se fez, pensou ou atuou no passado. É a tendência de repetir atividades de todos os tipos. É a tendência que torna alguém inclinado a fazer a ação familiar em vez de uma nova.

Em um sentido mais amplo, a formação do hábito significa aprender. É uma afirmação do fato de que a conduta é modificável e que tais modificações podem se tornar permanentes. O fato de aprender depende fisiologicamente da plasticidade do sistema nervoso.

Os neurônios, particularmente os que estão relacionados com a vida intelectual, não são apenas sensíveis às correntes nervosas, mas são modificados por elas. O ponto onde a maior mudança parece ter lugar é nas sinapses, mas o que é essa modificação, ninguém sabe.

Existem várias teorias oferecidas como explicações sobre o que acontece, mas nenhuma delas foi totalmente aceita, embora a teoria da mudança química pareça estar recebendo um maior suporte atualmente.

No entanto, não pode haver desacordo quanto aos efeitos dessas mudanças, seja lá quais forem. As correntes que passavam, com dificuldade, sobre uma determinada unidade de condução; mais tarde passavam com maior e maior facilidade.

A resistência que parece estar presente em primeiro lugar desaparece gradualmente, e, na medida em que isso acontece a conduta é modificada.

Este mesmo elemento de plasticidade explica a quebra de hábitos. Neste caso, a ação é dupla, pois implica o desuso de certas conexões que foram feitas e a formação de outras; para a quebra de um mau hábito significa o início de um bom.

Se me perguntam: “- Gilson, é possível vencer um mau hábito?”

Eu respondo sem medo de errar: SIM!!! É totalmente possível!!!

Porem, não é fácil! Geralmente o mau hábito precisa ficar tão insustentável que permanecer nele acaba sendo mais doloroso do que a própria mudança.

Mas, sim! Todos podem mudar. Basta querer!

Até o próximo artigo e nos encontramos no Topo!

GILSON SOUZA | Transformando Vidas

– Palestrante Comportamental

– Mestre em Psicanálise Clínica e Saude Mental

– Especialista em Gestão de Pessoas e Inteligência Emocional

O QUE REALMENTE FARIA VOCÊ MUDAR?

Essa é uma preparação para o autoconhecimento. Muitas vezes nos pegamos pouco satisfeitos com as nossas vidas e em como as coisas estão. É claro que com tudo isso é difícil – muito difícil – pensar em qualquer outra coisa, quando essas questões da vida real estão na pauta de discussão; ainda que aspiremos algo mais profundo e significativo.

Então, todos nós temos problemas? Sim, isso é fato! Mas, honestamente eu prefiro acreditar que problemas não existem. O que existem são desafios a serem superados para nos fazerem crescer. Nenhum desafio deve nos incomodar ou mesmo nos impedir de nos tornar tudo o que devemos ser. Devemos manter as aspirações, de quando éramos crianças, vivas dentro de nós. Os sonhos nos mantem vivos e jovens, embora o tempo cronológico continue agindo.

Cada tempo é um tempo, assim como cada caminho é um caminho.  Cada tempo, época ou caminho demanda um “EU” diferente e adaptado a nova realidade. Essa adaptação demanda mudanças, evolução. O processo de mudança inicia-se quando fazemos – para nós mesmos – questionamentos que nos geram reflexão e autoconhecimento.

1. O QUE EU REALMENTE QUERO?

Preste atenção no seu tempo. Existem tantas coisas que você quer fazer em sua vida e tão pouco tempo para realiza-las. Encontrar algo, que realmente seja importante para você, pode te ajudar a dar esse pequeno passo em direção ao seu objetivo. Priorizar é a chave, para saber o que vale a pena investir tempo e energia.

2. DEVO REALMENTE MUDAR?

Se a história nos ensinou uma coisa, é que a vida não para e não espera até que nos adaptemos as mudanças. Se antigamente as soluções eram consistentes o suficiente para serem duradouras, hoje em dia tudo muda muito rápido. Portanto, é preciso se reinventar a todo o momento para não ser instinto como os dinossauros, as máquinas de datilografia e os mimeógrafos. Como dizia Peter Drucker (Escritor, Professor e Consultor Administrativo de origem austríaca) – “A velocidade das mudanças e das descobertas ultrapassa nossa capacidade de nos mantermos atualizados.”. Devo realmente mudar? Essa é uma pergunta que só você pode responder! Se você deseja algo (a tal ponto de não puder mais viver sem) e para tê-lo precisa ser diferente, adotar postura e atitudes diferentes; você já tem a sua resposta. Faz sentido para você?

3. QUAL O LADO POSITIVO DE TUDO ISSO?

Com tantas coisas acontecendo ao nosso redor, parece não haver espaço – para sequer considerar – que existe uma luz no fim do túnel. Mas, essa luz existe! Tudo parte de um ponto positivo. Em qualquer acontecimento, bom ou ruim, podemos tirar um aprendizado. Como mencionado anteriormente, não existem fracassos, o que existem são resultados – positivos e negativos – onde nos fazem crescer e evoluir como seres humanos. Se o resultado foi positivo, ótimo, potencialize! Porém, se foi negativo, ressignifique, tire um aprendizado, evolua com ele.

4. ESTOU SATISFEITO COM O QUE ESTOU FAZENDO?

Há sempre escolhas a fazer, quando se trata de decidir qual atitudes devemos tomar. São desde escolhas simples como o sapato que irei calçar; até escolhas mais complexas, como o plano de ação que farei para minha empresa. Não é inteligente pensar em uma única possibilidade, ou então todos seremos iguais em tudo o que fazemos. Analise as possibilidades e veja se está satisfeito com o que está fazendo! Faça uma retrospectiva de suas atitudes, conduta e veja se tem alcançado – com elas – o resultado desejado de forma satisfatória.

5. JÁ FIZ O SUFICIENTE PARA MIM?

Há algo mais que você deseja fazer? O descontentamento, em grandes doses, pode ser perigoso; mas em pequenas quantidades pode incentivar a busca pela excelência. Seja extremamente grato pelo que tem ou pelo que já fez, porém insaciável pelo melhor. Você verá que será capaz de fazer coisas que você nunca poderia imaginar.

6. ESTOU FELIZ ONDE ESTOU E COM QUEM EU SOU HOJE?

É uma pergunta ingrata, então, te ajudarei a pensar! Imagine-se em um mundo, onde os salários são pagos em felicidade. O dinheiro não existe e a felicidade é a única moeda de troca. Já se imaginou? Então, agora responda a si mesmo! Você estaria fazendo o que faz hoje? Estaria morando onde mora hoje? Estaria agindo da forma que age hoje? Você seria quem você é hoje???

7. QUAL É A MINHA MISSÃO NO MUNDO?

Nossa missão estabelece o que fazemos e porque fazemos. Ela está relacionada aos nossos talentos, às nossas ações, aos nossos objetivos e a forma como vemos o mundo. Por que você existe? Por que você está vivo nesse planeta? O que você faz aqui? Por quem e para quem você está aqui? Geralmente pessoas infelizes não tem respostas para essas perguntas. Crises existências são como “cânceres” que correm a alma, sugando as energias. Falta de missão é fator preponderante para insatisfações, frustrações e infelicidade.

8. QUANTO EU PRECISO GANHAR?

Vamos supor que, neste caso, não exista nenhuma crença limitante a respeito de dinheiro (dinheiro é sujo, não traz felicidade, blá blá blá blá etc..). Quanto você realmente precisa de dinheiro? Você gostaria de ter muito dinheiro? Você precisa ter muito dinheiro? Você merece ter muito dinheiro? O quanto você está disposto a trabalhar por isso?

9. O QUE ME MOTIVA?

O que motiva você? É uma resposta que você precisa descobrir por si mesmo. Há tantas coisas que podem fazer todos felizes, mas escolher uma é a parte mais difícil. É igual quando vamos almoçar em um self-service. Nos deparamos com tantas opções que dificultam a nossa escolha e – quando percebemos – já montamos um “pequeno Everest” em nossos pratos. Um prato muito cheio nos faz perder o foco (fome), pagar caro (consequência) e desperdiçar comida (oportunidade). Portanto, precisamos selecionar bem o que mais nos motiva, para evitar os desgastes e consequências desagradáveis. Faça escolhas assertivas, mantenha o foco e caminhe passo-a-passo.

10. O QUE REALMENTE FAZ VOCÊ MUDAR?

O que realmente faz você mudar? Você pode ser quase qualquer coisa que você queira ser. Só para frisar eu disse “quase”, porque existem alguns fatores. Depende só de você? É legal? É ético? Não vai prejudicar os outros? É humanamente possível? Portanto, você pode ser “quase qualquer coisa” que você queira ser! Mas, ao perceber que seu objetivo parece ser muito difícil ou distante, você acaba desistindo antes de começar a jornada. Lembre-se sempre, que AUTOCONHECIMENTO, TRANSFORMAÇÃO e EVOLUÇÃO não são apenas sobre a mudança física ou filosófica que você precisa submeter-se, mas é algo que você realmente precisa desejar. A gente só muda, quando a mudança realmente faz sentido para nós. A gente só muda, quando a situação atual se encontra tão insustentável, que a “dor” de continuar a mesma coisa é maior do que a “dor” da mudança.

Essa é a diferença de uma GALINHA – domesticada, terrestre e que vai passivamente para as nossas panelas; para uma ÁGUIA – livre, dona do seu próprio destino, poderosa, com visão de futuro e longevidade. Ser galinha é muito fácil, basta se submeter ao destino e comer as migalhas que vida lhe dá. Agora, a partir do momento em que você assume a responsabilidade da sua vida, cria o seu próprio destino, ergue suas asas e alça voos mais altos; você está vivendo como uma águia.

SER ÁGUIA DÓI, MAS É GRATIFICANTE!!!

Até o próximo artigo e nos encontramos no Topo!

GILSON SOUZA | Transformando Vidas

– Palestrante Comportamental

– Mestre em Psicanálise Clínica e Saude Mental

– Especialista em Gestão de Pessoas e Inteligência Emocional

Há tanto para saber, sobre a comunicação, que até os maiores comunicadores do mundo desconhecem. Você pode ter assistido programas de entrevistas, programas de rádio ou ter feito cursos de oratória para falar em público. Você pode ter tido inúmeras conversas, mas mesmo assim vai descobrir novas regras para aplicar nas interações humanas. Pode parecer tedioso, eu sei, mas mesmo que seja a sua boca que está tendo o trabalho de falar, é o seu cérebro – ou deveria ser – que está funcionando para mediar e controlar a forma como se fala, o que está dizendo e, se está entendendo ou se fazendo entender.

O bom comunicador é aquele que faz o perfeito alinhamento do “cérebro com a língua”. Então, a melhor maneira de aprender a ter uma comunicação eficaz é conhecer a pessoa mais próxima de você: -Você mesmo!

1 – PRATIQUE O QUE VOCÊ SABE:

Educação é tudo sobre aprender o básico, mas para ser um Comunicador eficaz é preciso praticar o que você aprendeu. Todos nós temos nossas limitações, mas isso não significa que não podemos aprender e compartilhar o que sabemos.

2 – OUÇA O SOM DA SUA PRÓPRIA VOZ:

Admita, há momentos em que você canta – para você mesmo – no chuveiro! Eu sei que você faz isso, porque eu faço também! Ouvir o som de sua própria voz, enquanto você pratica seu discurso na frente de um espelho, pode ajudar a corrigir as áreas de “confusão” da sua narrativa. Ouvir o som da própria voz é tão importante quanto falar, pode nos ensina a ter confiança em nós mesmos e nos ajudar a dizer as coisas – que acreditamos – com mais convicção.

3 – TENHA HUMILDADE:

Todos cometemos erros e às vezes – ou muitas vezes – podemos esquecer, gaguejar ou falar errado, mesmo sabendo a forma certa. Caso aconteça não tenha medo de perguntar se você está dizendo a palavra corretamente e se eles (quem está te ouvindo) não tiverem certeza sobre a forma correta, faça uma piada, brinque com o assunto e “bola pra frente”. Reconhecer que não sabe, que não tem certeza ou que errou é o primeiro passo para acertar. E claro… também é um indício de vida inteligente habitando em sua mente!

4 – MANTENHA O CONTATO VISUAL:

Há muito a dizer quando se trata de dirigir sua atenção para o seu público com um olhar atraente. É importante que você mantenha um contato visual quando conversar com um grupo, em uma reunião e até informalmente. O contato visual transmite confiança para quem está te ouvindo.

5 – TENHA BOM HUMOR:

Um pouco de humor pode fazer maravilhas para aliviar a tensão e manter o ambiente mais leve e cheio de energia positiva. Dessa forma, você chamará a atenção da maioria da multidão e eles sentirão que você é acessível, agradável e humano.

6 – SEJA COMO O RESTO DELES:

A interação consiste em misturar-se com outras pessoas. Você terá muitas ideias, saberá o que as pessoas estão pensando e fazendo, além de aprender como eles se expressam; a fim de melhorar o seu poder de comunicação.

7 – SEJA AUTÊNTICO:

Uma pessoa autêntica é aquela que vive de modo totalmente coerente com sua verdade interior. Quando vivemos com autenticidade, mostrando quem realmente somos, não precisamos viver uma vida de fingimentos. Isso influencia, diretamente, em nossa forma de comunicação; trazendo mais naturalidade. O segredo é: Seja autêntico e uma pessoa/profissional melhor a cada dia.

8 – TENHA UM SORRISO NO ROSTO:

Um sorriso diz muito como contato visual. Não faz sentido fazer caretas ou franzir as sobrancelhas em uma reunião, a menos que esteja tentando intimidar alguém. Você pode expressar melhor, o que você está dizendo e obter mais resultados, quando você sorri.

9 – TENHA UMA REFERÊNCIA:

Deve haver pelo menos uma ou duas pessoas, na sua vida, que você ouviu quando esteve em uma reunião ou palestra. Claro que cada pessoa tem sua personalidade (autenticidade), mas ter uma referência nos ajuda a iniciar e buscar a maestria.

10 – FAÇA UMA BOA PREPARAÇÃO:

Prepare, ensaie e pratique a sua apresentação, até ela ficar no “piloto automático”. Algumas pessoas gostam de escrever as coisas nos cartões de índice, mapas mentais e slides; enquanto outras continuam amadoras observando as notas escritas na palma da mão. Uma boa preparação, um bom material e bastante treinamento geram conforto, confiança e segurança de apresentação.

Essas sugestões são bastante simples em todos os aspectos, mas aprendi que quanto mais simples, mais eficiente é o processo.

A simplicidade e a verdadeira manifestação da sofisticação!

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GILSON SOUZA | Transformando Vidas

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Nossa mente é para o nosso corpo o que o “software” é para o computador!

É o software quem controla o computador, portanto é a Mente quem controla o corpo.

Quaisquer que sejam as palavras que saem da sua boca ou atos cometidos pelo seu corpo, primeiramente foram concebidos em sua mente.

Nosso SISTEMA DE CRENÇAS é comparável ao “Sistema Operacional” (SO) do computador. Ele determina como respondemos ou reagimos ao mundo externo e as circunstâncias e, também, determina o que atraímos para as nossas vidas.

Se você olhar cuidadosamente para si mesmo, você perceberá que a forma como você responde a uma determinada situação, depende em grande parte de suas crenças fundamentais. Se você acredita que o mundo lá fora é um mundo onde “cão-come-cão”, você responderá dessa mesma maneira. Ficará de guarda quando lidar com pessoas ao seu redor, terá um maior grau de desconfiança e apreensão. Esta é uma mentalidade comum no mundo nos dias atuais, que gera e atrai – cada vez mais – incerteza, insegurança e frustração.

Contraste isso com sua mentalidade, no momento em que estiver em um lugar sagrado, segundo suas crenças religiosas. Ou quando estiver em um lugar calmo e agradável. Suas respostas em relação as pessoas em tais lugares serão inteiramente diferentes das suas respostas habituais com seus funcionários, colegas de trabalho ou parceiros de negócios. As suas palavras se tornam mais suaves e toda forma de tratamento muda. Então, como respondemos ao mundo externo depende do nosso SISTEMA DE CRENÇAS.

É importante lembrar que, se queremos mudar nossas vidas, é importante que mudemos primeiramente as nossas crenças; pois são elas que determinam o que atraímos.

Quando computador esta executando um sistema operacional Windows, ele só roda softwares e programas compatíveis com o ambiente Windows. Ele negligencia – automaticamente – programas para Macs e Linux, porque sabe que não pode executar esses programas. É exatamente assim, que o nosso sistema de crenças, limitam as nossas possibilidades na vida; negligenciando as outras possibilidades que não condizem com ele, por acreditar que não poderá executa-las.

Da mesma forma, se você acredita na escassez (ao contrário de uma crença na abundância), você atrairá circunstâncias para sua vida que é consistente com essa crença e então você se encontrará em constante luta para acumular a riqueza que deseja.

Note que o que você acredita, não precisa ser o que deseja. Você pode até desejar ter dinheiro, mas se você acredita que ele é coisa suja que só atrai interesseiros, você jamais o atrairá; por causa do seu sistema de crenças.

O mesmo se aplica ao seu negócio. Para você atrair mais clientes, primeiramente precisa amar e ter mais paciência com as pessoas e entender como funciona a mentalidade e o sistema de crenças dos seus futuros clientes.

Tome cuidado com o que você acredita, pois será o que você atrairá para a sua vida.

Mude suas crenças que sua vida mudará junto!

Até o próximo artigo e nos encontramos no Topo!

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